top of page

Pesquisa científica prova que a meditação ajuda no controle do TDAH

Se você tem TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), já deve ter ouvido que a meditação é uma ótima aliada. Mas você sabia que existe um estudo científico pioneiro que colocou isso à prova dentro do laboratório?


Conduzido pela renomada psiquiatra Dra. Lidia Zylowska na Universidade da Califórnia (UCLA), o estudo mudou a forma como a medicina enxerga o tratamento complementar do transtorno.



O Desafio: Como colocar alguém com TDAH para meditar?

A grande genialidade desse estudo foi entender que uma pessoa com TDAH não consegue (e não deve) começar meditando por 30 minutos imóvel na mesma posição. Isso gera frustração e abandono.


Pensando nisso, a equipe da UCLA adaptou o treinamento tradicional de Mindfulness (Atenção Plena) para criar um programa sob medida de 8 semanas:

  • Doses homeopáticas: As práticas começavam com apenas 5 minutos diários.

  • Variedade de estímulos: Misturava meditação sentada, escaneamento do próprio corpo e caminhadas meditativas em movimento.

  • Treino de percepção: O objetivo não era "esvaziar a mente", mas sim treinar o cérebro para perceber quando o pensamento viajou e trazê-lo de volta com gentileza.


Os Resultados: O que mudou no cérebro dos participantes?

Após o término do programa, os voluntários (adultos e adolescentes com TDAH) passaram por testes neuropsicológicos rigorosos. Os dados surpreenderam:


1. Menos Inatenção e Distração

Os participantes mostraram uma melhora significativa em testes computadorizados de atenção sustentada. Na prática, eles conseguiram blindar o foco contra estímulos externos por muito mais tempo.

2. Maior Controle de Impulsos

O treino fortaleceu a chamada inibição cognitiva. Sabe aquele impulso automático de interromper alguém, mexer no celular a cada notificação ou mudar de tarefa sem terminar a anterior? A meditação ajudou a criar uma "pausa" entre o impulso e a ação.

3. Alívio na Ansiedade e no Estresse


O TDAH costuma vir acompanhado de uma carga pesada de frustração e ansiedade. O estudo registrou uma redução drástica nesses sintomas, trazendo mais estabilidade e autorregulação emocional para o dia a dia.

💡 A Visão da Ciência: Os pesquisadores reforçam que a meditação não substitui o tratamento médico tradicional (como terapia e medicação indicada pelo psiquiatra). Ela funciona como uma academia cerebral, otimizando os resultados do tratamento e devolvendo o controle da atenção para as mãos do paciente.

Quer começar?

Dentro do Instituto brasileiro de yoga, meditação e Vedanta - Darshana nós seguimos uma metodologia sistemática e progressiva que reconhece as dificuldades básicas de cada praticante como hiperatividade, dificuldade de foco, excesso de tensão e ansiedade, etc. Ajustamos a nossa jornada com 5 pontos fundamentais:


1- Preparação - criamos um distanciamento saudável das pré-ocupações da vida para que nosso foco seja em nós mesmo no momento da meditação;

2- Exercício físico - remédio natural para muitos problemas. Pode ser bem leve e suave, mas dependendo da turma e pessoa pode ser mais intenso;

3- Relaxamento - Habilidade consciente de soltar o corpo e mente e liberar as tensões;

4- Respiração - aprender a regular a respiração é a habilidade básica para aprender a focar a atenção;

5- Meditação - não tem como propósito relaxamento, isso é pré-requisito, não o foco. Na meditação aprendemos a observar e deixar passar, aprendemos a conduzir a atenção e a sustentar, é uma habilidade como qualquer outra que você pode aprender desde que saiba o caminho natural.

Para que fique claro, a meditação tradicionalmente tem 4 estágios que em um futuro convergem entre si se tornando uma prática única:


  • Atenção plena;

  • Concentração;

  • Devoção e

  • Contemplação nos ensinamentos espirituais (Vedanta).


Se você quer experimentar os benefícios validados pela UCLA, esqueça as metas mirabolantes. Comece hoje, entre em contato conosco e agende uma aula on line ou presencial.

 
 
 

Comentários


bottom of page